Sinopse:
"Mia Saunders precisa de dinheiro. De muito dinheiro. Tem um ano para pagar ao agiota que ameaça a vida do pai e exige o reembolso de uma enorme dívida de jogo. Um milhão de dólares para ser exacto. A sua missão é simples: trabalhar como acompanhante de luxo para a empresa da tia, com sede em Los Angeles, e pagar mensalmente uma parte da dívida. Passar um mês com um homem rico, com o qual não é obrigada a ir para a cama senão quiser. Dinheiro fácil. O Infeliz no amor e com um espírito que não verga, a curvilínea morena amante de motas tem um plano: entrar no jogo, conseguir o dinheiro e voltar a sair. Parte do plano é manter o coração fechado a sete chaves e os olhos no objectivo. Pelo menos é como espera que corra."
Classificação: 3.5★
Ficha técnica:
Publicado em Portugal
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Publicado no Brasil
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Editora: Planeta
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Editora: Verus
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Páginas:336*
* O livro vem já com o mês de janeiro, fevereiro e março.
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Páginas: 144
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Data de Publicação: Julho, 2015
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Data de Publicação: 2016
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Onde Comprar:
Wook: Livro Físico - 12.43€
Ebook Kobo: 11.99€
Planeta: Livro Físico - 17.76€
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Onde Comprar:
Amazon Br: Kindle - R$ 14.90
Livro Físico - R$ 13.90
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| Capa Brasileira |
Livros seguintes:
2. Abril, Maio, Junho 3. Julho, Agosto, Setembro 4. Outubro, Novembro, Dezembro
Resenha:
Antes de explicar a minha opinião sincera sobre este livro é necessário frisar que são 12 mini-livros (cada mini-livro corresponde a um mês; cada livro tem três meses) a relatar a história de Mia Saunders - isto na edição portuguesa.
O livro tem um tipo de escrita simples de ler, tem sempre presente o poder cativante, a energia sedutora de Wes e a força da independência de Mia. À medida que ia lendo fui-me apaixonando pela história de ambos. Ela tem problemas de dinheiro porque considera-se na obrigação de ajudar o seu pai, que parece não querer aprender as lições da vida por nada deste mundo, que deve muito dinheiro a um agiota.
Ele é rico, disposto a ajudá-la e não a olha com outros olhos por ela ser uma “acompanhante de luxo”. O que se poderia querer mais, certo?! Na verdade, Mia gosta de se sentir dona de si mesma e sentia com todo o seu ser que este era um problema a ser resolvido por ela. E só por ela.
Respeito isso, claro. Porém, para alguém que considerou a profissão de acompanhante de luxo por estar a bater no fundo, não considero aceitar o dinheiro de um homem rico algo tão pecaminoso. Visto que ambos se tinham apaixonado um pelo outro e estarem a desenvolver uma séria conexão.
Sou uma romântica nata que tem um fraco gigante por clichês e de histórias que acabam “bem”, mas a intenção da autora não é contar um romance fantástico que nos deixa maravilhados com esta história de amor entre Mia e Wes deixando-nos acreditar que Mia não se terá que submeter a estar com diversos homens (um por cada mês) para conseguir pagar ao agiota. A ideia da autora é escrever histórias cativantes, eróticas e que se reiniciam mês a mês.
Apesar ter adorado e me ter sentido bastante cativada pela história preferi não continuar a ler. Iria-me apaixonar por cada história de romance e depois sentir a frustração da separação.
No entanto, para quem está à procura de uma boa história com luxo, sexo, beleza e escolhas à mistura então esta pode ser uma ótima escolha.
Spoiler Alert: Já ouvi dizer que no final dos livros ela volta para o Wes e que cada livro tem uma história envolvente e não só romântica. Pelo que me informaram, disseram que são livros para debater sobre certos temas controversos. Por isto, e pela esperança de ela voltar para o Wes, A Rapariga do Calendário voltou a estar na minha lista de livros para continuar a ler.
O livro tem um tipo de escrita simples de ler, tem sempre presente o poder cativante, a energia sedutora de Wes e a força da independência de Mia. À medida que ia lendo fui-me apaixonando pela história de ambos. Ela tem problemas de dinheiro porque considera-se na obrigação de ajudar o seu pai, que parece não querer aprender as lições da vida por nada deste mundo, que deve muito dinheiro a um agiota.
Ele é rico, disposto a ajudá-la e não a olha com outros olhos por ela ser uma “acompanhante de luxo”. O que se poderia querer mais, certo?! Na verdade, Mia gosta de se sentir dona de si mesma e sentia com todo o seu ser que este era um problema a ser resolvido por ela. E só por ela.
Respeito isso, claro. Porém, para alguém que considerou a profissão de acompanhante de luxo por estar a bater no fundo, não considero aceitar o dinheiro de um homem rico algo tão pecaminoso. Visto que ambos se tinham apaixonado um pelo outro e estarem a desenvolver uma séria conexão.
Sou uma romântica nata que tem um fraco gigante por clichês e de histórias que acabam “bem”, mas a intenção da autora não é contar um romance fantástico que nos deixa maravilhados com esta história de amor entre Mia e Wes deixando-nos acreditar que Mia não se terá que submeter a estar com diversos homens (um por cada mês) para conseguir pagar ao agiota. A ideia da autora é escrever histórias cativantes, eróticas e que se reiniciam mês a mês.
Apesar ter adorado e me ter sentido bastante cativada pela história preferi não continuar a ler. Iria-me apaixonar por cada história de romance e depois sentir a frustração da separação.
No entanto, para quem está à procura de uma boa história com luxo, sexo, beleza e escolhas à mistura então esta pode ser uma ótima escolha.
Spoiler Alert: Já ouvi dizer que no final dos livros ela volta para o Wes e que cada livro tem uma história envolvente e não só romântica. Pelo que me informaram, disseram que são livros para debater sobre certos temas controversos. Por isto, e pela esperança de ela voltar para o Wes, A Rapariga do Calendário voltou a estar na minha lista de livros para continuar a ler.
Quem é Audrey Carlan?
Audrey Carlan é autora best-seller do New York Times, USA Today, e Wall Street Journal. Vive no soalheiro California Valley, a duas horas da cidade, da praia, das montanhas e das suas preciosas... vinhas. Está casada com o amor da sua vida há uma década e tem dois filhos que todos os dias fazem jus ao apelido de «loucuras monstruosas». Quando não está a escrever romances diabolicamente escaldantes, a fazer yoga, a bebericar vinho com as suas «almas gémeas», três vozes incrivelmente diferentes e únicas na sua vida, pode ser encontrada com o nariz enfiado num livro ou agarrada ao seu Kindle. Um livro romântico e muitíssimo picante, para ser exata.



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